X-men First Class – Resenha Crítica

Primeiramente, foi um parto assistir esse filme. Depois de tentar por 3 dias em 4 cinemas diferentes, consegui um ingresso para ver no Norte Shopping ontem à noite (ótimo programa de solteiras, aliás ;]), com a minha amiga  Érika. Isso pode ter gerado grande parte da minha expectativa excessiva com o filme, e parte também da minha decepção.

Mas enfim, como diria Jack, o Estripador: vamos por partes. Já vou avisando que NÃO LI os HQ’s e não sou fã dos filmes, mas quando vi o trailer do First Class eu recuperei o feeling pra X-men que tinha vendo o desenho (o mais antigo, não o cof horrível cof Evolution). Ou seja, as opniões aqui são de uma expectadora leiga. Quero também ressaltar que eu curti o filme como entretenimento, mas o meu sentimento geral é de que ele foi apenas 50% do que poderia ser, por muitos motivos. Vou começar falando dos personagens, de como foram apresentados e mal desenvolvidos:

[ALERTA DE SPOILERS]Professor X – Charles Xavier (James McAvoy)

Eu nunca liguei muito pro Xavier antes, sempre fui muito fã do Magneto e da Mística. Mas eu adoro histórias “Flashback” (toda aquela coisa de “como tudo começou”) e tenho um fraco por amizades entre homens (amizades MESMO, ok?). Por algum motivo elas me parecem mais fortes, mais bonitas e mais sinceras do que amizades entre mulheres, e o que eu mais esperava do filme (e que na minha opnião deveria ser o mote principal deste) era a construção da amizade entre Charles e Erik. A amizade é sim, mostrada, e ficou bonito até, mas o modo como ela evoluiu foi mal feito. O filme começa focando no Magneto, e temos apenas uma cena de Xavier criança, encontrando pela primeira vez a Mística (o que eu particularmente não gostei e vou comentar depois), sendo que nessa cena ele já sabe usar seus poderes MUITO bem (assim como ela). Eu não sei se seria necessário, mas senti falta de ver COMO ele descobriu os poderes, acho que poderia haver uma cena onde isso é mostrado. É como se desde sempre ele já fosse motherfucker.

Aliás, o filme inteiro sugere que ele é o pica das galáxias, afinal ele é quem ajuda todo mundo a controlar seus poderes, e ele mesmo não tem evolução nenhuma nesse sentido ao longo do filme. Eu acho que deveria haver uma igualdade maior entre ele e os outros, eles deveriam estar num mesmo nível e treinar juntos nessa parte da história. E só pra desabafar: O QUE FOI aquele beijo entre ele e a Moira no final do filme? A não ser aquela tentativa de cantada dele no começo, não houve NENHUMA sugestão de envolvimento entre eles ao longo do filme, fora que ela foi uma personagem muito sem graça, colocada ali convenientemente só pra amarrar alguns pontos da trama. Achei forçado ele beijá-la chorando, não há razão plausível para aquele tipo de emoção entre os dois. Teria ficado mais coerente se ele tivesse apenas roubado o beijo enquanto apagava a memória dela, com o mesmo feeling garanhão do começo do filme.

E pra não dizer que eu só falo mal: amei as cantadas nerds do Xavier. O orgulho nerd aflorou em milhares de telespectadores, com certeza.O James McAvoy fez um bom trabalho, e me emocionou em diversas cenas (como a que ele salva o Erik, por exemplo). Acima de tudo (até dos muitos defeitos do filme) ele me convenceu como Charles, eu consegui ver o Professor X nele e é isso o que conta, em questão de adaptação e continuação, eu acho.
Tenho mais a falar sobre ele, mas primeiro vamos ao MELHOR do filme…

Magneto – Erik Lehnsherr (Michael Fassbender)

Bem, eu sou suspeita para falar dele, pois sou LOUCA pelo Fassbender. Ele foi, aliás, um grande motivacional para eu ter me empolgado com o trailer do FC (First Class, permitam-me abreviar), Gostei muito da atuação dele em Bastardos Inglórios e fiquei bem triste por ele ter morrido tão rápido (ops, SPOILER!). Mas enfim, quero falar do Magneto agora, ou melhor, do Erik.

Ele foi bem mais explorado que o Charles no começo, o que me surpreendeu pois eu achava que o FC fosse focar mais no Xavier. Apesar da cena que a mãe do Erik morre ter sido bem forte, duas coisas me incomodaram bastante:
1ª – O garotinho não atuou muito bem. O grito foi estranho e forçado, e ele mal olhou pro corpo da mãe. Ele deveria ter pelo menos ajoelhado perto dela, sei lá. Não me convenceu.
2ª – Por que, DIABOS, ele não matou o Shaw em vez de matar só os guardas? E pra onde ele foi depois, onde viveu até crescer? Ele fugiu? O Shaw fez mais experimentos com ele? Nada disso é explicado, a história simplesmente pula para Erik adulto planejando sua vingança. E isso nos leva à duas das melhores cenas no filme inteiro com Fassbender esbanjando seu poliglotismo. Quero declarar que AMEI a cena do bar Argentino, uma das minhas preferidas, e das poucas em que houve um (curto, mas) bom diálogo. Curti.

Seguindo com o filme, temos a cena em que Charles e a CIA vão atrás de Shaw e encontram Erik, mais uma parte muito jogada na minha opnião, já que momentos antes eles queriam prender o Charles e a Raven (Mística). Deu a entender, claro, que o Charles mexeu na cabeça dos caras, mas mais uma vez nada foi explicado direito. De uma hora pra outra eles viraram agentes da CIA e é isso aí. Então do nada todos estavam lá (onde, confesso, não me lembro onde era e nem sei como o Erik chegou lá, já que matou os caras do bar antes de perguntar qualquer coisa). Enfim, foi muito emocionante quando o Charles salva o Erik, eu gostei.

 ” I thought I was alone! ” –  “You’re not alone. You’re not alone, Erik.  “
Vamos lá. Eles se conheceram, bla bla blá, conheceram o Hank e então Charles vê Erik indo embora e tenta convencê-lo a ficar. Nesse diálogo ele diz: “Eu conheço tudo sobre você.” E então você vê que começou a ligação de amizade da parte do Charles, que já sabe o que Erik passou, seus objetivos, suas motivações, etc. Até aí tudo bem, mas na minha opnião a recíproca de Erik foi MUITO rápida. Ele era o cara mais fechado, solitário e amargurado, e de uma hora pra outra (ou melhor, de uma cena pra outra) eles viram melhores amigos. Apesar de vermos uma passagem de tempo (quando eles vão juntos atrás de outros mutantes), eu não gostei da forma como a amizade deles surgiu cresceu. Foi tudo muito jogado de qualquer jeito, mal explicado e mal construído. Motivo? Falta de bons diálogos. Eles se preocuparam demais com a trama, a ação e em fazer as coisas acontecerem e deixaram de lado a evolução psicológica de personagens que são MUITO complexos.
Um exemplo de cena que poderia ser explorada, é a que eles estão jogando xadrez (é mais de uma, por sinal), onde poderia ter sido encaixado um diálogo sobre o jogo em si (Me amarro em xadrez, e dois caras extremamente inteligentes jogando sem nenhum comentário legal fez com que eu me coçasse um pouco na cadeira do cinema). Eu não consegui sentir a extensão dessa complexidade deles, e COM CERTEZA isso não foi uma falha dos atores, e sim do roteiro. O trio James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence tinha tudo para dar mil vezes mais certo do que deram (Principalmente a Jennifer), mas o filme não explorou a capacidade de atuação de todos. Exceto, talvez, do Fassbender, que teve algumas boas cenas “solo” do Magneto.
Mais uma vez repito: faltaram diálogos. Não aqueles que direcionam a trama, mas os passivos. Os que não tem a ver com o que está acontecendo, e sim com questões pessoais de cada personagem. Um bom exemplo: a conversa do Magneto com a Mística no quarto dele (uma ótima cena, comentarei mais depois). Essas conversas que criam o envolvimento, não só com os personagens entre si, como com os telespectadores. Em relação a isso ficou em mim um sentimento de insuficiência ao terminar de ver o filme.

Mais um comentário sobre Erik e Charles: até parece que o Xavier seria tão ingênuo a ponto de esperar que Erik não fosse matar o Shaw. Ele esteve na cabeça do Magneto, sabia que ele matou um monte antes e que estava ali por isso. Ele não deveria ter ficado tão surpreso. E aproveitando pra citar outro ponto que eu gostei muito: a cena em que o Magneto coloca o capacete e a o som dos gritos do Xavier vai abafando e sumindo, curti o modo como foi feita.

Finalizando esta parte (e mais uma vez, pra não dizer que eu só falo mal) gostei de como a aversão do Magneto ao nazismo (e a associação disso aos sentimentos dele em relação à raça humana X mutantes) foi construída. Destaque para as frases:
“Passei a minha vida inteira sofrendo nas mãos de homens que diziam estar seguindo ordens. “
“Paz nunca foi uma opção. “
“Vá em frente, Charles. Diga que eu estou errado. “

E o Fassbender continua um espetáculo de homem. Rs

Raven – Mística (Jennifer Lawrence)

Pra começar, esqueçam o FC e pensem na Mística que vocês conhecem. Aquela que faz de tudo pra conseguir o que quer, é traiçoeira, ardilosa, misteriosa e tem um instinto absurdo de sobrevivência. Agora, você realmente acham que uma garota que cresceu numa mansão com todos os mimos vai se tornar uma mulher assim? Esse é o ponto. Cadê a VEROSSIMILHANÇA nessa bagaça?
A construção da Mística me decepcionou, MUITO. Repito que não li as HQ’s e confesso que não sei se a Mística realmente era irmã adotiva do Charles, mas acredito que não. Não faz sentido.
Fora que ficou muito estranho ela largar o irmão que fez tudo por ela pra ir embora com o Magneto só porque ele disse que ela era bonita que nem a moça do Avatar (rs). O envolvimento dela com o Erik no filme não foi o suficiente pra que ela tomasse essa decisão. Acho que teria sido mais convincente se ao invés de o Charles encontrá-la criança, eles tivessem encontrado com ela já crescida, com 15 anos pelo menos. Ter vivido a infância e boa parte da adolescência nas ruas seria um motivo mais plausível pra ela ter virado a Mística que conhecemos. Me decepcionei. Se tivessem feito direito, a Lawrence ia ter dado um show (não que ela tenha sido ruim, longe disso. Mas no fim a Mística ficou muito apagadinha.)

Agora, sobre as relações Mística x Hank e Mística x Erik. Acho que se não tivessem perdido tempo com o envolvimento (cof ridículo cof) entre ela e o Hank e dado mais ênfase pro envolvimento com o Magneto, teria sido menos incoerente a escolha dela no final. Sobre o Hank quero falar com mais detalhes depois, mas quando à Mística e o Erik, rolaram umas cenas legais, porém muito curtas. Senti (mais um vez) falta de mais coisa. Acho que a cena em que eles se conhecem deveria ter sido mostrada melhor. Lembram de quando ela está conversando com o Hank sobre ficarem normais, e o Erik aparece e diz que ela fica melhor do jeito que é (a primeira vez que ele se dirige a ela no filme, aliás)? Não houve passagem de tempo depois que eles chegaram àquele laboratório, ou se teve foi mal feito porque eu pensei: “Quando foi que o Erik viu a verdadeira forma dela?”. Nessa parte ela ainda se esconde o tempo todo. Eu queria ver essa cena, em que ele a vê pela primeira vez e se encanta com a verdadeira forma dele. Afinal, até então o Erik pensava estar sozinho.

Olha a pedofilia, cara! 😮

De qualquer forma, gostei MUITO da metáfora do tigre (yeah, amo tigres). “Não se cubra. Você acharia natural colocar vestes em um tigre? Você é uma criatura maravilhosa, Raven.” (não lembro, foi mais ou menos assim. XD).

AH, comentário aleatório: O que foi a Rebecca Romijn (atriz que faz a Mística adulta) aparecendo ali do nada? HAHAHA Curti. Mais do que o aparecimento completamente WHAT THE FUCK do Wolverine.
Posso concluir aqui essa parte, e prometo que já tá acabando, falta pouco.

Hank McCoy – Beast (Nicholas Hoult) e Alex Summers – Havok (Lucas Till)

Gente, eu achei o Nicholas um FOFO. E eu, como designer, ficava muito feliz em todas as vezes em que ele dizia: “I DESIGNED IT.” Fuck yeah! (Apesar de que era pra ter sido o Xavier a construir o “Cérebro”, né?)
Mas achei desnecessário o envolvimento amoroso entre ele e a Mística, tudo poderia ter acontecido sem haver necessariamente um clima de romance entre os dois. E isso daria mais espaço pra ter explorado o envolvimento dela com o Erik (já deu pra ver que eu paguei um pau pros dois juntos, né?).
O que poderia ter sido feito era explorar melhor a amizade entre ele o o Alex. A relação entre eles se resumiu a algumas frases de efeito que se interligavam: Alex sacaneando o Hank e mais tarde mudando de atitude quando ele se torna Fera. E na parte em que o Hank, já transformado em Fera, segura o pescoço do Magneto, pensando que este estava caçoando dele, poderia ser sido com o Alex. Achei aleatório o Magneto fazendo parte desse momento. Deveria ter sido só entre o Alex e o Hank, mostrando uma construção de amizade e respeito. Ia ficar legal, mas do jeito que foi passou muito despercebido. Mais uma vez eu esperando ver uma relação bonita de amizade, percebam.

Enfim, curti o Hank transformado em fera. E mesmo ficando MUITO diferente, a atuação do Nicholas ficou convincente o suficiente para que você veja o mesmo personagem ali, evoluído. Pelo menos foi a minha impressão. Queria tê-lo visto mais em ação, como Fera. E senti falta de alguma reação dele quando a Mística foi se juntar ao Magneto. Até o Charles foi passivo demais nesse momento, mas deixa pra lá, já falei demais sobre isso.

Pelo que me disseram o Alex gerou muita discussão entre os fãs. Pelo sobrenome ser “Summers”, imaginei que ele fosse o pai do Scott (Cyclope), mas só depois lembrei que Alex seria o nome do irmão mais novo do Scott, então não sei. Só sei que esse foi outro personagem legal sem destaque (apesar de o treinamento ter sido interessante. Aliás, o treinamento foi uma das melhores partes do filme, em matéria de direção e fotografia). Não precisava de muito, só ter mais cenas reforçando a amizade dele com o Hank já seria legal (sim, eu ainda estou insistindo nisso! XD).
Destaque para a cena em que o Darwin morre. Curti o momento, só não entendi aquela troca de olhares entre ele e o Alex: afinal, o Alex já tinha entendido o que Darwin planejava ou só entendeu quando ele gritou? Ficou meio estranho… Enfim.

Só pra não dizerem que não comentei sobre ele, o ator que fez o Banshee é engraçado. Mas não lembro do personagem na série original e me abstenho de comentários. Acho que ele só serviu pro Xavier achar o submarino pelo sonar e é isso aí.

BAD GUYS

 Não tenho muito a falar sobre eles. Como eu já disse, foi tudo meio jogado. Achei a Frost meio sem personalidade. E o Azazel tinha que ter aparecido mais, porque ele tava ÓTIMO. E achei que o Kevin Bacon caiu como uma luva para o Shaw. Destaque para as duas cenas da “moeda”, tanto a do começo quanto a última, quando o Magneto dá o troco na mesma moeda (www.tudumpa.com). Só acho que com a quantidade de energia nuclear que o Shaw estava absorvendo ele deveria ter no mínimo explodido quando morreu.

Só pra constar, ODIEI o cara dos redemoinhos, com aqueles terninhos bregas. Não vou nem me dar ao trabalho de ir no google procurar o nome dele. A garota-mariposa também não merece muitos comentários. Tinha que ter gente nessa bagaça, né? Deixa eles atuarem.

O final do filme (e comentários finais)

A polêmica entre os fãs é a cena em que Xavier perde o movimento das pernas, que fugiu COMPLETAMENTE à série original (e ao verdadeiro modo como ele fica paraplégico). Mas, convenhamos, o filme TODO fugiu à série original, desde o modo como Xavier e Erik se conhecem até a idade de certos personagens. E depois dos Evolutions da vida, muita gente fica confusa sobre o que é e o que não é verdade no universo X-men.
Apesar das diferenças, a proposta desse filme foi interessante, o problema é o que eu já falei várias vezes: ficou mal feito. E eu pensando que pelo menos esse não seria tão “pipoca” quanto os outros. Doce ilusão. Ah, e um detalhe: Como eles sairam da ilha depois? O Magneto simplesmente dropou o amigo agonizando ali, com navios russos e americanos cercando eles. Muito nice.

Ok, eu confesso que dei uma choradinha (sou uma manteiga).

Gostei dos momentos finais. Uma coisa específica que eu curti foi o fato de eles terem usado uma música épica na cena que o Magneto levanta o submarino, ao invés de uma música de ação. Isso deu uma força maior à cena, que vale a pena ser vista na tela de cinema.

Pra terminar.
Eu sou chata e tive que criticar. Mas de um modo geral eu até gostei do filme. Ele não é ruim, mas também não é ótimo. Não “mudou a minha vida”, como diria minha amiga Iris. Saí do cinema com um sentimento muito forte de desapontamento. Foram 132 minutos mal aproveitados, na minha opnião, com muita coisa que poderia ser descartada pra dar mais espaço aos personagens em si. Como eu já disse: mais espaço pra construção da amizade e respeito entre Charles e Erik (poxa, eu esperava uma coisa tão forte quanto Anakin e Obi-wan… Querer demais.), do envolvimento de Mística e Magneto (já que mudaram TUDO mesmo, seria melhor se o Magneto a tivesse encontrado antes do Charles) e da amizade entre Hank e Alex (menos importante. rs).

De qualquer jeito, o Fassbender estava um absurdo. Falei. HAHAHAHA

Fui. =*

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6 comentários em “X-men First Class – Resenha Crítica

  1. Nossas impressões diferentes sobre o filme devem-se pelo "background" divergente: li muito os quadrinhos e vi os filmes, por isso minha perspectiva é bem diferente da sua. Mas é sempre interessante compartilhar (e respeitar) essas diferenças.Sobre por que o Erik não matou Shaw quando seu poder começou a surgir com mais força depois de ver a mãe morrer: ele não queria particularmente matar ninguém. Era somente seu poder aflorando fora de controle, vindo de sua dor e sua ira. O que aconteceu foi que os soldados estavam usando capacetes (de metal), apenas isso. Note que tudo de metal nas proximidades "implodiu" como os capacetes.Agora concordo que o que aconteceu entre isso e o Erik 007 é realmente um mistério. Mas o foco é a "primeira turma" dos X-Men e não o Erik em si. Se fosse, seria outro filme: "X-Men Origins: Magneto" que foi cancelado quando começaram este.De resto, atribuo os "defeitos" do filme à pressa com que foi feito. Levando isso em consideração, Matthew Vaughn se saiu muito bem.

  2. Sim. E não. :DSegundo o que mostram/dizem era um misto de dor (pela perda da mãe) e ódio (pelo assassino dela). Talvez também houvesse frustração (por não conseguir controlar seu poder), indignação (por que ele?), medo (se até mataram sua mãe, o que mais farão para conseguir dele o que querem?) e muitas outras coisas.Não dá pra ter certeza sobre o que se passaria na mente de alguém nesse situação. Ou muito menos o que a pessoa sentiria. Já é quase impossível quantificar/qualificar com exatidão qualquer emoção (incluindo a raiva) numa situação corriqueira, quanto mais em algo extraordinário.Mas aí já entramos na especulação. 😀

  3. Você, sinceramente, achou a atuação do garotinho boa nessa cena? Por mais que os sentimentos fossem divergentes, era tarefa do diretor direcionar o ator para expressar um determinado sentimento nessa hora. Por mais que ele não tivesse matado o Shaw, ele deveria ter pelo menos olhado pra mãe, ajoelhado perto dela, pois seja frustração, medo, pesar ou ódio, qualquer desses sentimentos era direcionado à morte dela.

  4. Eu gostei bastente do filme, não foi um primor cinematográfico mas serviu como uma luva para a série no cinema. Os personagens foram muito bem caracterizados mas concordo que este filme não se sustenta sozinho, o que qualquer história deveria fazer.Ainda assim, achei o filme excelente e que ele renova a próxima leva de filmes dos mutantes, que sempre permaneceram incertos no cinema.Obs: Se vão assitir o filme, devem esquecer os quadrinhos, pois adaptação é adaptação.Vlws

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