Doramando – TOP 10 RELÂMPAGO

Recentemente eu relembrei o quanto amo doramas! Assim são chamadas as “novelas” japonesas que me conquistaram de jeito. Mas no que elas diferem das novelas brasileiras ou de séries americanas? Bem, muita coisa! Mais do que a estrutura dos episódios (nunca passa de 10 ou 12, salvo quando tem uma segunda temporada), a diferença gritante está na essência “japa” de fazer as coisas.

Ver um dorama, pra mim, é semelhante a ler um mangá shoujo (e de fato a maioria é baseada em mangás famosos), só que com a dose extra do exagero impagável da atuação japonesa, que me faz relaxar e dar boas risadas. Mas, se só esse motivo bobo é pouco, vamos lá. Segue abaixo o meu TOP 10 RELÂMPAGO de doramas e para cada um, uma resenha relâmpago e três motivos mais bobos ainda para assistir!

10º Honey & Clover

honeyclover

Meio drama, meio comédia, a história gira em torno de um grupo de estudantes de artes, as relações entre eles e o dilema de cada um em relação às suas escolhas profissionais.

  • Motivo 1: Tem o ótimo ator Ikuta Toma, de Hanakimi, e seu personagem tem um amadurecimento muito interessante.
  • Motivo 2: A personagem Ayumi ilustra um caso sério de teimosia amorosa. Quem nunca passou por isso?
  • Motivo 3: Apesar das idas e vindas sentimentais, o foco é o “encontrar a si mesmo” e descobrir o que te realiza de verdade.

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Top 10: Mangás Shonen (Parte 1)

Enfim, um pouco de testosterona! Após o Top 10 de mangás Shoujo (Parte1Parte2), como prometido, agora vai o meu Top 10 de mangás Shonen (prometo tentar me empolgar menos e resumir mais, desta vez). Recapitulando: “Shonen” é uma categoria de mangás e animes direcionados ao público jovem masculino, apesar de interessarem a qualquer gênero ou faixa etária.
10° – Blade of the Immortal (Blade: A Lâmina do Imortal) – Hiroaki Samura
Dotado de um traço tão belo quanto dramático, Hiroaki Samura nos conta a história de Manji, samurai conhecido e temido por ter matado cem homens, inclusive o seu próprio senhor. Devido a um tipo de vermes que uma monja inseriu em seu corpo, ele passou a ser imortal e tenta se redimir pelo que fez no passado. A história se inicia quando Rin Asano, jovem garota que teve seus pais assassinados por samurais da Itto-ryu, contrata Manji como uma espécie de “guarda-costas”, e este acaba ajudando-a na sua vingança. Marcado por personagens profundos e vilões impiedosos em uma realidade um tanto quanto violenta do Japão Feudal, Blade é um mangá que vai te entrelaçando aos poucos na trama. Não é só sangue e violência gratuita, a trama é muito bem construída em torno de organizações secretas e conspirações. Destaque para o traço “sujo” e expressivo de Hiroaki Samura, que muitas vezes deixa cenas inteiras à lápis, ou mistura acabamentos à lápis e à nanquim numa mesma página. Lindíssimo!
Eu parei de ler há muito tempo porque meu amigo parou de comprar, mas tenho muita vontade de continuar um dia (eu teria que reler, senão ficaria boiando…). Mas acho melhor o autor resolver terminar a série lá no Japão primeiro, já que ele está publicando desde ’94! Quem se interessar pode ler online clicando aqui. O mangá também foi adaptado para um anime de 13 episódios em 2008. Eu só assisti ao primeiro episódio, mas gostei muito da direção e da trilha sonora.

Top 10: Mangás Shoujo (Parte 2)

(Veja a Parte 1 aqui)

Fiquei feliz com algumas pessoas me dizendo que estavam esperando a segunda parte! Continuando, agora com os 5 primeiros colocados:

5° –  Karekano (Kareshi Kanojo) – Masami Tsuda

Yukino é a menina perfeita: bonita, inteligente, tem as melhores notas, é boa nos esportes, gentil, boa filha… que nada, é tudo fachada! Aliás, tudo fruto dos esforços sobre-humanos de Yukino de ser o centro das atenções. Até que entra no seu colégio Arima, um garoto tão perfeito quanto ela, senão mais. É claro que a maquiavélica Yukino não vai deixar as coisas assim. Ela só não contava de acabar se apaixonando por Arima, e é aí que começa Kareshi Kanojo, também traduzido como “As razões dele, os motivos dela”. A história começa com foco na construção do relacionamento de Yukino e Arima, mas se amplia aos amigos dos dois e seus respectivos dilemas de vida.

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Top 10: Mangás Shoujo (Parte 1)

Hora de falar de mangá! Essa semana percebi que não falei nada sobre mangás no blog ainda e senti muita vontade de escrever. O problema foi escolher apenas um título, já que eu já li muitos e sou fã de muitos. Então resolvi seguir a fórmula daquele post sobre séries de livros e fazer dois rankings: Primeiros dos meus shoujo’s preferidos e depois dos meus shonen’s preferidos.
Começando por uma breve explicação: Shoujo é o termo usado no Japão para os mangás voltados ao público feminino, em geral comédias românticas e dramas. Pra quem não conhece, não gosta ou tem algum tipo de preconceito, eu convido a abrir a cabeça e ler esse post (e o próximo sobre Shonen) até o final e dar sua opinião. E caso se interesse por um ou outro, dê uma chance e leia!


10° – Kimi ni Todoke
(Que chegue a você) – Karuho Shiina

kimi ni todoke-01

Só pra não perder o costume de começar reclamando, não curti muito a tradução do nome na versão brasileira. Eu li Kimi ni Todoke antes da publicação nacional (em 2011 pela Editora Panini) e o fansub traduzia como “Que eu te alcance”, que eu acredito ser mais próximo do sentido geral da frase, se formos pensar na personagem principal Sawako Kuronuma. Menina tímida e introvertida, Sawako acaba sendo incompreendida pelos colegas de classe, que a chamam de Sadako(como referência ao filme “O chamado”) e espalham boatos maldosos do tipo “Quem olhar nos olhos dela por mais de dez segundos será amaldiçoado” (o engraçado é que japoneses são supersticiosos e realmente acreditam nessas coisas). Continuar lendo

Top 5: Séries de Livros

Eu queria manter isso aqui atualizado direito. Mas o problema é que eu penso demais antes de postar qualquer coisa. Fiquei matutando e tentando decidir um livro pra resenhar, mas no fim das contas não consegui escolher um.

Decidi falar sobre séries. Fica complexo falar de cada livro, então vou falar das séries em si, de um modo geral. Arrumei em ordem decrescente de preferência, e tentei não repetir nenhum autor… Lá vai.

5° lugar: Fronteiras do Universo – Philip Pullman

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