Resenha – Live-action: Paradise Kiss

Adaptações vão ser sempre motivo eterno de discussão. Quando se trata de adaptação de mangás/animes para live-action, a polêmica aumenta ainda mais, já que não temos bons históricos (Dragon Ball Evolution foi traumático!). Mas com os shoujos essas adaptações conseguem ser melhor sucedidas, tanto para doramas (Hana Yori Dango e Nodame Cantabile são sensacionais) quanto para filmes.

Depois de ter me decepcionado com os live-actions de Beck (não é shoujo, mas enfim) e de Kimi ni Todoke, me surpreendeu muito ter gostado do live de Paradise Kiss. Eu já havia feito aqui uma resenha do mangá (No Top 10 Mangás Shoujo), então gostaria de falar mais da adaptação em si (cuidado com SPOILERS), que tem seus pontos altos e baixos.

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Resenha – Filme: Um dia

Nós temos essa mania de embelezar o passado e fantasiar o futuro – às vezes passamos mais tempo neles do que no presente.

Quem nunca se pegou traçando “se’s” sobre acontecimentos, escolhas, relacionamentos…? Ou imaginando como será daqui a 5, 10, 15… 20 anos? A vida é cheia de encontros, desencontros, oportunidades e acasos que traçam o rumo dos acontecimentos, e a esse conjunto de fatores pedemos chamar timing – é esse, na minha opinião, o tema central de Um dia.

Como disse uma vez Robin Scherbatsky em How I Met Your Mother: “It’s all about timing; and timing is a bitch.”

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Eternos Clássicos #3: Funny Girl (A Garota Genial)

Eu costumava assistir o seriado Glee e, apesar de ter ficado chato demais pra eu persistir na 2ª temporada, eu ainda ouço algumas músicas até hoje. Muitos dos covers feitos na série são de musicais famosos, uma área completamente desconhecida pra mim até então.
Certas músicas me fizeram ter muita vontade de procurar sua fonte, mas a principal delas foi a “Don’t rain on my parade”. Como eu me apaixonei pela música, coloquei “Funny Girl” no topo da lista de musicais que eu procuraria, e recentemente acabei baixando a adaptação cinematográfica de 1968, estrelada por Barbra Streisand.

Eternos Clássicos #2 – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Apesar de relativamente recente, acho que esse filme merece estar na categoria “Eternos Clássicos”, além de entrar na minha série particular de “Por que diabos eu nunca assisti isso antes?”. Eu costumava ver aos montes os bottons da Amélie, não coincidentemente em tons de vermelho e verde (paleta predominante no filme), com a personagem de cabelinho curto, vista de cima, olhando pra você sob a perspectiva de uma lente grande-angular. Pois bem, depois de cansar de tanto ver tais bottons, decidi baixar o filme e ele ficou lá, no meio de todos aqueles filmes que a gente baixa e deixa pra ver sei lá quando. Até que semana passada, na minha aula de “Design e Gênese”, a professora levou alguns filmes para falar sobre composição; como a fotografia de alguns filmes se inspiram em estéticas renascentistas, barrocas, etc. Entre eles estava ela: Amélie Poulain. E eu fui pra casa com mais vontade do que nunca de assistir. Continuar lendo

Eternos Clássicos #1 – E o vento levou…

“We will always have Paris” – esta era a única coisa que eu sabia sobre “Casablanca”, sua frase mais marcante, apesar de não fazer ideia do contexto no qual ela se inseria. Assim acontece com muitos dos clássicos que ouvimos tanto falar, sem nem saber do que se tratam. Por exemplo, se eu falar em “Dançando na chuva” para alguém que nunca viu o filme, com certeza esta pessoa evocará em sua mente a clássica cena de seu personagem principal segurando-se num poste, encharcado, brincando com o guarda-chuva e cantando. Se eu falar em “Psicose”, uma música de suspense, uma mulher no banheiro e um vulto com uma faca serão as imagens instantaneamente lembradas.

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