Resenha – Live-action: Paradise Kiss

Adaptações vão ser sempre motivo eterno de discussão. Quando se trata de adaptação de mangás/animes para live-action, a polêmica aumenta ainda mais, já que não temos bons históricos (Dragon Ball Evolution foi traumático!). Mas com os shoujos essas adaptações conseguem ser melhor sucedidas, tanto para doramas (Hana Yori Dango e Nodame Cantabile são sensacionais) quanto para filmes.

Depois de ter me decepcionado com os live-actions de Beck (não é shoujo, mas enfim) e de Kimi ni Todoke, me surpreendeu muito ter gostado do live de Paradise Kiss. Eu já havia feito aqui uma resenha do mangá (No Top 10 Mangás Shoujo), então gostaria de falar mais da adaptação em si (cuidado com SPOILERS), que tem seus pontos altos e baixos.

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Top 10: Mangás Shoujo (Parte 2)

(Veja a Parte 1 aqui)

Fiquei feliz com algumas pessoas me dizendo que estavam esperando a segunda parte! Continuando, agora com os 5 primeiros colocados:

5° –  Karekano (Kareshi Kanojo) – Masami Tsuda

Yukino é a menina perfeita: bonita, inteligente, tem as melhores notas, é boa nos esportes, gentil, boa filha… que nada, é tudo fachada! Aliás, tudo fruto dos esforços sobre-humanos de Yukino de ser o centro das atenções. Até que entra no seu colégio Arima, um garoto tão perfeito quanto ela, senão mais. É claro que a maquiavélica Yukino não vai deixar as coisas assim. Ela só não contava de acabar se apaixonando por Arima, e é aí que começa Kareshi Kanojo, também traduzido como “As razões dele, os motivos dela”. A história começa com foco na construção do relacionamento de Yukino e Arima, mas se amplia aos amigos dos dois e seus respectivos dilemas de vida.

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Top 10: Mangás Shoujo (Parte 1)

Hora de falar de mangá! Essa semana percebi que não falei nada sobre mangás no blog ainda e senti muita vontade de escrever. O problema foi escolher apenas um título, já que eu já li muitos e sou fã de muitos. Então resolvi seguir a fórmula daquele post sobre séries de livros e fazer dois rankings: Primeiros dos meus shoujo’s preferidos e depois dos meus shonen’s preferidos.
Começando por uma breve explicação: Shoujo é o termo usado no Japão para os mangás voltados ao público feminino, em geral comédias românticas e dramas. Pra quem não conhece, não gosta ou tem algum tipo de preconceito, eu convido a abrir a cabeça e ler esse post (e o próximo sobre Shonen) até o final e dar sua opinião. E caso se interesse por um ou outro, dê uma chance e leia!


10° – Kimi ni Todoke
(Que chegue a você) – Karuho Shiina

kimi ni todoke-01

Só pra não perder o costume de começar reclamando, não curti muito a tradução do nome na versão brasileira. Eu li Kimi ni Todoke antes da publicação nacional (em 2011 pela Editora Panini) e o fansub traduzia como “Que eu te alcance”, que eu acredito ser mais próximo do sentido geral da frase, se formos pensar na personagem principal Sawako Kuronuma. Menina tímida e introvertida, Sawako acaba sendo incompreendida pelos colegas de classe, que a chamam de Sadako(como referência ao filme “O chamado”) e espalham boatos maldosos do tipo “Quem olhar nos olhos dela por mais de dez segundos será amaldiçoado” (o engraçado é que japoneses são supersticiosos e realmente acreditam nessas coisas). Continuar lendo