Resenha: Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Dark Knight Rises)

Pois é, tanto tempo sem postar… Mas estou viva! E depois de ter assistido o Batman ontem, estou cheia de vontade de falar sobre o filme.
Eu tenho um problema com expectativas: elas precisam ser superadas, ou pelo menos alcançadas. Por isso eu acho até melhor ver filmes sem esperar muito deles, para que eles me surpreendam (o que aconteceu com muitos que se tornaram meus favoritos). Talvez fosse exagero querer que esse Batman superasse o anterior, mas eu realmente esperava por um fim de trilogia excepcional, o que não aconteceu – ao menos para mim. Então lá vai o mesmo aviso que dei na resenha do First Class: eu NÃO leio os quadrinhos e não sou fã em particular do Batman (não levem pro lado errado, eu gosto muito dele). Também não li nenhuma resenha ainda, nem antes de assistir (só leio depois de escrever a minha), então o que vocês lerão aqui será a minha impressão honesta e imaculada sobre o filme. Sintam-se à vontade para discordar e comentar, é claro! ^^
A partir daqui, leia por sua conta e risco, pois pode conter SPOILERS.

Eternos Clássicos #3: Funny Girl (A Garota Genial)

Eu costumava assistir o seriado Glee e, apesar de ter ficado chato demais pra eu persistir na 2ª temporada, eu ainda ouço algumas músicas até hoje. Muitos dos covers feitos na série são de musicais famosos, uma área completamente desconhecida pra mim até então.
Certas músicas me fizeram ter muita vontade de procurar sua fonte, mas a principal delas foi a “Don’t rain on my parade”. Como eu me apaixonei pela música, coloquei “Funny Girl” no topo da lista de musicais que eu procuraria, e recentemente acabei baixando a adaptação cinematográfica de 1968, estrelada por Barbra Streisand.

Eternos Clássicos #2 – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Apesar de relativamente recente, acho que esse filme merece estar na categoria “Eternos Clássicos”, além de entrar na minha série particular de “Por que diabos eu nunca assisti isso antes?”. Eu costumava ver aos montes os bottons da Amélie, não coincidentemente em tons de vermelho e verde (paleta predominante no filme), com a personagem de cabelinho curto, vista de cima, olhando pra você sob a perspectiva de uma lente grande-angular. Pois bem, depois de cansar de tanto ver tais bottons, decidi baixar o filme e ele ficou lá, no meio de todos aqueles filmes que a gente baixa e deixa pra ver sei lá quando. Até que semana passada, na minha aula de “Design e Gênese”, a professora levou alguns filmes para falar sobre composição; como a fotografia de alguns filmes se inspiram em estéticas renascentistas, barrocas, etc. Entre eles estava ela: Amélie Poulain. E eu fui pra casa com mais vontade do que nunca de assistir. Continuar lendo

Eternos Clássicos #1 – E o vento levou…

“We will always have Paris” – esta era a única coisa que eu sabia sobre “Casablanca”, sua frase mais marcante, apesar de não fazer ideia do contexto no qual ela se inseria. Assim acontece com muitos dos clássicos que ouvimos tanto falar, sem nem saber do que se tratam. Por exemplo, se eu falar em “Dançando na chuva” para alguém que nunca viu o filme, com certeza esta pessoa evocará em sua mente a clássica cena de seu personagem principal segurando-se num poste, encharcado, brincando com o guarda-chuva e cantando. Se eu falar em “Psicose”, uma música de suspense, uma mulher no banheiro e um vulto com uma faca serão as imagens instantaneamente lembradas.

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Especial Oscar 2012: Resenha "A Árvore da Vida"

Esse fim de semana eu assiti mais dois filmes: “A árvore da vida” (The Tree of Life) e “Histórias Cruzadas” (The Help) e apesar de ter gostado demais do segundo, foi o primeiro que ficou girando na minha cabeça. O filme conta basicamente a história da relação entre um pai autoritário e seu filho mais velho, porém a abordagem vai muito além disso. O diretor visionário Terrence Malick vai até os primórdios do surgimento do universo para nos trazer uma reflexão sobre a vida, a morte e a existência de Deus.

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Especial Oscar 2012: Resenha “O artista”

“O artista” é uma delícia de filme. E eu ainda estou tentando achar outro adjetivo que o defina, mas não consigo. Contando com a cativante atuação dos indicados ao Oscar de Melhor Ator Jean Dujardin e Melhor Atriz Coadjuvante Bérénice Bejo, o filme tem o mesmo estilo do cinema mudo dos anos 20 e 30, e a história mostra como este perde seu espaço com o surgimento do cinema falado.

Resenha: Desejo e Reparação

Hora de tomar vergonha na cara e postar!
Mil coisas aconteceram e eu acabei abandonando o blog… Entre elas, a minha viagem ao Japão para ver a melhor banda do mundo!!! Ou pelo menos duas das melhores bandas do mundo, o Siam Shade e o Luna Sea. Sobre isso eu vou postar com calma depois no meu outro blog. Aqui o foco é em livros e filmes, então vou aproveitar para falar de um dos filmes que eu assiti no avião, durante o vôo Londres-Japão.

James McAvoy as Robbie

Atonement” (título original) é um filme que estava na minha lista há muito tempo para assistir, só por ter no elenco a dupla Keira Knightley (Piratas do Caribe, Orgulho e Preconceito) e James McAvoy (O Procurado, X-men First Class). Ele teria subido muito na minha lista de prioridades se eu soubesse não só que ele foi dirigido pelo Joe Wright, de Orgulho e Preconceito, como também que a história se ambientaliza na 2ª Guerra Mundial  – e quem me conhece sabe que eu sou apaixonada pelo tema e não perco a chance de ler livros ou ver filmes sobre ele. Continuar lendo

Resenha: Super 8

Numa cidade pequena de Ohio, seis garotos estão tentando gravar um filme sobre zumbis, com uma câmera Super 8. Mas ao gravar perto de uma estação de trem abandonada, eles acabam presenciando (e filmando) o descarrilhamento de um trem da Força aérea americana, cuja carga acaba “escapando”. O suspense/ficção científica, roteirizado e dirigido por J.J. Abrams, de mistério não tem nada: desde o trailer fica óbvio que se trata de um alienígena (o que faz perfeito sentido, considerando que o produtor é o Steven Spielberg).

Ok, eu confesso que só me interessei em ver o filme por causa do J.J. (quando muitos foram só por causa do Spielberg), já que quando vi o trailer ainda estava na minha overdose de Star Trek (assisti o filme com comentários e mil bônus). Mas não me decepcionei, já que pude ver muitas cenas com toques BEM “Abrams”. As luzes em excesso, e de muitas cores, fazendo movimentos horizontais (ele adora fazer isso, em Star Trek chega a ser exagerado). Cenas de ação e explosões com o som da destruição em background, e uma música épica subindo, tudo em slowmotion. Ângulos de ação de tirar o fôlego… A cena do descarrilhamento do trem, que é mostrada mais ou menos no trailer, vale muito à pena de ser vista na íntegra (nesse momento até exclamei no cinema que já tinha valido o ingresso). Não que o filme tenha muita ação… porque não tem.
Destaque para a fotografia de algumas das cenas dos ataques, com bons recursos para esconder o alienígena (que demora um pouco a aparecer de fato no filme). Continuar lendo

X-men First Class – Resenha Crítica

Primeiramente, foi um parto assistir esse filme. Depois de tentar por 3 dias em 4 cinemas diferentes, consegui um ingresso para ver no Norte Shopping ontem à noite (ótimo programa de solteiras, aliás ;]), com a minha amiga  Érika. Isso pode ter gerado grande parte da minha expectativa excessiva com o filme, e parte também da minha decepção.

Mas enfim, como diria Jack, o Estripador: vamos por partes. Já vou avisando que NÃO LI os HQ’s e não sou fã dos filmes, mas quando vi o trailer do First Class eu recuperei o feeling pra X-men que tinha vendo o desenho (o mais antigo, não o cof horrível cof Evolution). Ou seja, as opniões aqui são de uma expectadora leiga. Quero também ressaltar que eu curti o filme como entretenimento, mas o meu sentimento geral é de que ele foi apenas 50% do que poderia ser, por muitos motivos. Vou começar falando dos personagens, de como foram apresentados e mal desenvolvidos:

[ALERTA DE SPOILERS] Continuar lendo